
Eu sou fã de cinema brasileiro. Acho que a gente deve valorizar aquilo que temos, principalmente agora que os filmes brasileiros estão se sobressaindo com seus roteiros bem elaborados, direção maravilhosa... entre outros aspectos.
Começamos concorrendo a Oscar com o Central do Brasil. Ótimo filme, mas estava competindo com A Vida é Bela. Filme fora do comum.
Agora pouco ganhamos o Urso de Ouro com o Tropa de Elite. É um filme forte, marcante, mas retrata a realidade, e não tem como a gente fugir dela. Os atores escolhidos, como Wagner Moura assumiram o papel, e fizeram bonito nas salas de cinema.
Em cartaz ultimamente, Estômago. Não muito divulgado, e está em poucas salas, pelo menos aqui em Porto Alegre.
Fui assistir não esperando muita coisa, pois achei a sinopse um pouco fraquinha. Mas não se deve colocar a carroça na frente dos bois, não é?!?
Maravilhada foi a minha reação quando terminei de assistir ao filme. Divertidíssimo, conseguiu arrancar altas gargalhadas de mim e da platéia. Raimundo Nonato (Cinema, Aspirinas e Urubus), que é o protagonista, é um paraibense, que não tem onde cair morto e descobre que tem um dom para a cozinha. A trama tem dois focos. Um se passa com Raimundo trabalhando num restaurante italiano e outro com Raimundo na prisão, cozinhando para os seus colegas de cela. Até então, a gente não consegue distinguir direito qual foco é futuro e qual é passado ou presente. Mas no meio para o final, tudo já vai se encaixando.

Por ser uma comédia, quem assistiu, com certeza deve ter se surpreendido com o final irreverente do tão “santo” e “inocente” Raimundo Nonato.




Há pouco saiu das salas de cinema o musical 

